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Rezadeiras

Tonho França

Presilhas em finas pedras adornavam
Os cabelos longos e acinzentados.
 pétalas de rosas negras
compunham suave  véu que
Cobria parte da sua face.
Tinha os pés de terra, barro e musgo
E foi com a terra que aprendera  todos os cantos e rezas
Era íntima da morte
E frágil como luz de lamparina.

Era neta de rezadeira
Filha de rezadeira
Mas a única a ter nos olhos duas ametistas vermelhas
E treze dedos nas mãos
O  hálito de música e sementes de ervas sagradas
Pousava luz em todas as chagas e dores
E do seu lábio o vento branco calmo e com cheiro de flores
guiavam as almas além das serras e dos céus

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Era frágil como luz de lamparina

Morria só, toda noite, como as luas
Minguantes
E como o sol
 renascia sempre
No mistério eterno do barro e musgo
Da terra das rezadeiras...

Dedicado a Flora Figueiredo

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